quarta-feira, 28 de maio de 2008

Os males que vem da terra

Os perigos que a agricultura pode ocasionar no futuro

Verônica Pacheco

Cada vez mais é possível perceber o quanto o aquecimento global está alterando o funcionamento do nosso planeta. Já há algum tempo, uma série de tvem projetando uma breve proporção do que nós e nossos descendentes viveremos no futuro.

Segundo um relatório do Greenpeace apresentado no ano passado, é possível perceber o quanto somos vulneráveis a essas catástrofes, e quanto o nosso país também está exposto a todos esses perigos.

Cenas marcantes como o furacão Catarina, em 2004, o primeiro registrado no Atlântico Sul, que causou destruição em centenas de municípios do Sul, ou as imagens das Cataratas do Iguaçu e do Amazonas que tiveram uma diminuição significativa do volume de água, ainda estão muito frescas em nossa memória.

O fato é que hoje nem o Brasil está mais livre desses perigos. Constatado recentemente, somente este ano no interior do Ceará, já foram identificados mais de 900 pequenos tremores. Fora o tremor de 5,2 graus na escala Richter que atingiu a cidade de São Paulo e uma grande parte do sul do país.

O que muitos não imaginam, é que a agricultura é o principal responsável pela emissão de gases do efeito estufa (GEE). Desmatamentos, adubos químicos, a pecuária e o uso e a fabricação de fertilizantes, são os principais emissores de CO² (dióxido de carbono), N²O (óxido nitroso – cujo potencial de aquecimento é 296 vezes maior que o CO²) e o CH4 (metano).

Além de todos esses fatores, o Ministério Público brasileiro ainda tem interesse em expandir a produção de fertilizantes em solo nacional, para diminuir a dependência externa. Somente no estado do Paraná, 3 milhões de toneladas de fertilizantes são utilizadas por ano.

De acordo com o Greenpeace, no setor de mudança de uso do solo e florestas, a conversão de florestas em atividades de agricultura e pecuária, a alteração de carbono nos solos, bem como as florestas de uso industrial plantadas no país, representam aproximadamente 75% das emissões totais.
Ainda assim, existem alternativas viáveis para esse tipo de problema como o uso de fertilizantes orgânicos, os quais não prejudicam o meio ambiente e muito menos a qualidade do solo, como por exemplo, o Solo Natural de Ipirá (SNI).

O SNI, e uma farinha de rocha composta por diversos minerais que sofreram modificações durante milhões de anos. Além de natural, age diretamente no solo corrigindo e condicionando-o para novos plantios.

Uma de suas principais características é a praticidade e o efeito duradouro, por exemplo, se utilizado 100% do SNI no solo, deste ainda sobras 40% para a próxima plantação, o que não ocorre com os químicos, que suga o que fica na terra e ainda prejudica o meio ambiente com emissões de gases tóxicos.

Ainda assim, existem outros fatores que influenciam diretamente no aquecimento global e que podem ser evitados por nós.

1. Troque suas lâmpadas incandescentes por fluorescentesLâmpadas fluorescentes gastam 60% menos energia que uma incandescente. Assim, você economizará 136 quilos de gás carbônico anualmente.

2. Limpe ou troque os filtros o seu ar condicionadoUm ar condicionado sujo representa 158 quilos de gás carbônico a mais na atmosfera por ano.

3. Escolha eletrodomésticos de baixo consumo energéticoProcure por aparelhos com o selo do Procel (no caso de nacionais) ou Energy Star (no caso de importados).

4. Não deixe seus aparelhos em standbySimplesmente desligue ou tire da tomada quando não estiver usando um eletrodoméstico. A função de standby de um aparelho usa cerca de 15% a 40% da energia consumida quando ele está em uso.

5. Mude sua geladeira ou freezer de lugarAo colocá-los próximos ao fogão, eles utilizam muito mais energia para compensar o ganho de temperatura. Colocar roupas e tênis para secar atrás deles então, nem pensar! Mas isso ninguém mais faz hoje em dia… faz?

6. Troque adubos e fertilizantes químicos por orgânicosOs adubos e fertilizantes químicos são os principais responsáveis pela emissão de gases tóxicos à atmosfera.

7. Feche suas panelas enquanto cozinhaAo fazer isso você aproveita o calor que simplesmente se perderia no ar. Já as panelas de pressão economizam cerca de 70% do gás utilizado!

8. Use a máquina de lavar roupas/louça só quando estiverem cheiasCaso você realmente precise usá-las com metade da capacidade, selecione os modos de menor consumo de água. Se você usa lava-louças, não é necessário usar água quente para pratos e talheres pouco sujos. Só o detergente já resolve.

9. Tome banho de chuveiroE de preferência, rápido. Um banho de banheira consome até quatro vezes mais energia e água que um chuveiro.

10. Use menos água quenteAquecer água consome muita energia. Para lavar a louça ou as roupas, prefira usar água morna ou fria.

Endereço: Rua Ó Brasil Para Cristo 2756 Boqueirão Curitiba

Site: www.ipirapar.com.br

Tel: 041 32872330

Email: suporte@ipirapar.com.br

Nenhum comentário: